domingo, 3 de janeiro de 2010

Israelenses protestam contra o bloqueio de Gaza

Um protesto em Tel Aviv marcou o primeiro aniversário da guerra de Israel na faixa de Gaza [AFP].

Mais de 1.000 israelenses se reuniram no centro de Tel Aviv, para protestar contra o bloqueio israelense sobre a faixa de Gaza.

Árabes israelenses e ativistas judeus marcharam neste no sábado na Praça Rabin, gritando palavras de ordem e mostrando faixas pela "Liberdade e Justiça em Gaza".

Os manifestantes exigiram de Israel o fim do bloqueio , caracterizando sua continuação como "crime de guerra", informou a Agência de notícias AFP.

A faixa de Gaza esta sob o bloqueio israelense desde 2007 quando o Hamas entrou no poder no território.


Manifestações em seqüência

Centenas de manifestantes de varios paises realizaram uma manifestação semelhante na quinta-feira em ambos os lados da fronteira israelense que cruza o território palestiniano.

A passagem de Erez que é o principal ponto de entrada e saída da faixa de Gaza utilizada pelos médicos de pacientes, jornalistas, diplomatas e grupos de ajuda.

Os eventos coincidem com o aniversário de um ano da guerra de 22 dias de Israel na faixa de Gaza, que deixaram cerca de 1.300 palestinos mortos. Treze israelenses morreram também nos confrontos.

Mais de 100.000 residentes de Gaza ficaram desalojados durante a ofensiva israelense.

Um relatório apoiado pela ONU, conhecido como o Relatório Goldstone, indiciando tanto Israel quanto Hamas para investigar acusações de violações dos direitos humanos cometidos durante o conflito na faixa de Gaza.

A maioria das críticas no relatório Goldstone foi direcionada a Israel.

Conclui-se que Israel tinha usado força desproporcional e deliberadamente orientou civis da faixa de Gaza,
para serem usados como escudos humanos, enquanto a destruia a infra-estrutura e instalações civis.

Fonte: Agências, Al Jazeera, PressTV ©2009 .tradução by Cypher.

http://english.aljazeera.net/news/middleeast/2010/01/201012205047852932.html

sábado, 2 de janeiro de 2010

Forças israelenses atacam na faixa de Gaza



Aviões e tanques israelenses atacaram novamente toda a faixa de Gaza, danificando zonas residenciais e deixando quatro palestinos feridos.

Os ataques aereos que tiveram como alvos zonas residenciais no centro e no norte da faixa de Gaza, causaram pânico entre crianças da região, um correspondente da Press TV informou na sexta-feira.

Testemunhas disseram caças israelenses F16 dispararam dois mísseis e tanques israelenses dispararam projeteis que atingiram áreas vazias no leste e nordeste da cidade de Gaza, informou DPA.

Ambulâncias levaram os feridos para o hospital para tratamento médico, de acordo com fontes médicas.

Um porta-voz do Exército israelense confirmou os ataques, mas não deu pormenores, informou a AFP.

Após os ataques aereos, bombardeiros israelenses ainda sobrevoavam a região, informou um correspondente da Press TV.

Os ataques foram reminiscência da ofensiva de Israel que durou três semanas sobre a faixa de Gaza, que foi lançada no final de Dezembro de 2008 e continuou no ano novo.

Mais de 1.400 palestinos foram mortos durante o ataque israelense sobre terra, ar e mar devastando também uma grande parte da infra-estrutura, causando acima 2 bilhões de dólares em danos na economia Gaza.

SB/SS/MMN . tradução by Cypher. ©2009 > http://www.presstv.ir/

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Ativista francês morre no Cairo, durante marcha pela liberdade em Gaza

Organizadores da "Marcha pela Liberdade em Gaza" relataram a morte de uma cidadã francesa que sofreu lesões enquanto detida por forças de segurança durante uma manifestação na capital egípcia, Cairo.

Marie Renee morreu no hospital do Cairo. Ela estava viajando com uma delegação francesa de aproximadamente 300 pessoas, informou a Agência de notícias de Ma'an.

Os delegados franceses anteriormente estavam acampados em torno da Embaixada da França no Cairo, foram cercados por duas barreiras formadas por políciais egípcios.

Centenas de ativistas juntamente com a "Marcha pela Liberdade em Gaza" continuaram manifestações e marcha em Cairo em protesto contra a recusa do governo egípcio em permitir que eles atravessem a fronteira para a faixa de Gaza que esta sitiada .

Na quarta-feira, a segurança egípcia permitiu 84 de 1.300 pessoas que se registraram para participar da Marcha pela Liberdade em Gaza na faixa costeira da Palestina numa viagem com uma delegação chamada Codepink, que organizou duas viagens anteriores em Gaza desde de os ataques desferidos por Israel no ano passado.

Cerca de outros 1.200 ativistas de 40 paises permaneceram em Cairo depois que o Egito recusou a entrada do grupo devido ao que eles chamaram de "situação delicada" no território palestiniano.

Israel continua fechando todas as passagens da fronteira para a faixa de Gaza há mais de dois anos. O bloqueio ilegal israelense imposto sobre a faixa de Gaza, que tem constantemente fechado o cerco desde 2007, teve um impacto desastroso sobre a situação humanitária e económica de Gaza.

Cerca de 1,5 milhões pessoas não acesso a direitos básicos negados por Israel, incluindo a liberdade de circulação e os seus direitos para as condições adequadas de vida, trabalho, saúde e educação. Taxas de pobreza e desemprego são de cerca de 80 % e 60 %, respectivamente, na faixa de Gaza.

Egito com a permissão da Autoridade Palestina tem fechado suas fronteiras com a faixa de Gaza, efetivamente isolando Gaza do resto do mundo.

MP/SAR/DT. tradução by Cypher. ©2009 > http://www.presstv.ir/

Polícia egípcia ataca ativistas pro-Gaza

A polícia egípcia atacou alguns dos 1.200 ativistas internacionais que reuniram-se na fronteira de Rafah para protestar contra o bloqueio israelense-imposto sobre a faixa de Gaza.

Os ativistas dizem que era um protesto "não-violento  ", visando mostrar ao resto do mundo como a população da faixa de Gaza esta sofrendo com o bloqueio de Israel.

Pelo menos um dos ativistas foi ferido no ataque.

Na quarta-feira, 86 activistas internacionais foram autorizadas a entrar no enclave do Egito, através da passagem de Rafah, mas outros membros da organização "Gaza Freedom March" dizem que eles estão sendo mantidos forçadamente em hotéis.

Funcionários egípcios dizem que os ativistas foram proibidos de entrar na faixa de Gaza devido o que eles chamaram de "situação delicada" no território palestiniano.

Os ativistas se juntaram com cerca de cem palestinos que participavam de uma passeata no norte de Gaza cruzando a passagem de Erez com Israel.

AO/MMN tradução by Cypher. ©2009 > http://www.presstv.ir/

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Rabino israelense apoia o assassinato de não-judeus

Um rabino israelense apoia o assassinato de todos não-judeus incluindo crianças que possam representar uma ameaça para Israel, em seu livro recentemente lançado, "Toráh do Rei".

O rabino Yitzhak Shapiro, que é um dos Chefes religiosos de uma escola religiosa judaica, a Od Yosef Chai Yeshivá  na Cisjordânia ocupada, diz que judeus tem a permissão para assassinar não-judeus e até mesmo crianças e bebês que segundo ele possam representam uma ameaça para Israel, no artigo publicado no Haaretz (jornal israelense).

Shapiro disse que judeus são permitidos matar "aqueles que, pelo discurso, enfraquecem a nossa soberania".

 "É admissível matar os justos entre as Nações, mesmo que não sejam responsáveis pela situação  ameaçadora", escreveu.

Vários rabinos proeminentes, incluindo os rabinos Yithak Ginzburg e Yaakov Yosef, também recomendaram o livro para seus alunos e seguidores.

Durante as três semanas ofensiva de Israel sobre a faixa de Gaza no ano passado, alguns líderes rabinos  emitiram um documento que deu permissão para matar civis na região costeira de Gaza.

"É permitido, segundo a lei judaica, disparar tiros e lançar bombas nos locais de onde partem os ataques, mesmo se eles estiverem cheios de civis," le-se em um documento escrito pelos rabinos Yaakov Yosef, Dov Lior, Rabino Shalom Dov Wolpe e Meir Mazuz.

O documento emitido pelo rabinato deu carta branca aos comandantes israelenses para atacar a população civil durante a guerra na faixa de Gaza no qual pelo menos 1350 pessoas, incluindo mulheres e crianças, foram mortas.

SB/AKM - tradução by Cypher. ©2009 > http://www.presstv.ir/

*Em mais um discurso absurdo, hipocrita e racista o sionismo juntamente se apoiando no judaismo se aproxima do nazismo onde o odio, o fanatismo e o nacionalismo desenfreado se fundem.
Nota por Cypher.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Israel ameaça Gaza com outra guerra em grande escala - A máquina Sionista quer atacar outra vez!

Israel ameaçou Gaza com outra guerra, o enclave empobrecido continua a sofrer os resultados da ofensiva devastadora em Janeiro.

Aviões israelenses espalharam milhares de folhetos em toda a faixa de Gaza, avisando os palestinos para não cooperar com os combatentes da resistência que estão presentes na região.

Os folhetos também ameaçam os palestinos de Gaza com um novo ataque depois do primeiro aniversário da ofensiva de 22 dias de Israel contra o território palestiniano.

Em Dezembro de 2008, Tel Aviv lançou uma ação militar total contra a faixa de Gaza, matando 1.400 pessoas, incluindo um grande número de mulheres e crianças, mortos e deixando milhares mais feridos.

As ameaças vêm demonstrar a falha do exército israelita em sua operação de Janeiro para alcançar seus objetivos estratégicos e militares - com referencia a tentativa de derrubar o arqui inimigo de Israel, o grupo de resistencia HAMAS.

Em Julho, o grupo ativista chamado "Breaking the Silence", liberou varios testemunhos impressos e vídeos de cerca de 30 soldados que relataram a entrada em Gaza armados com pistolas mediante uma diretriz vinda de comandantes, "permitindo" atirar primeiro e se preocupar se as vitimas eram civis depois.

O testemunho de 112-páginas também acusou as tropas israelenses do uso de civis palestinos como escudos humanos e o ataque de Israel com bombas de fósforo branco que é proibido por lei internacional quando usado contra civis. Israel atacou indiscriminadamente nas ruas Gaza utilizando artilharia pesada e ataques aéreos

Em Abril, o procurador sul-africano Richard Goldstone da ONU liderou uma investigação independente encomendada pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas para investigação internacional de direitos humanos e as violações de direitos humanos durante a guerra de Gaza.

O relatório de 575 páginas, realçado as atrocidades israelitas contra a população na faixa de Gaza, foram documentadas os ataques deliberados contra centros comunitarios, tais como escolas e mesquitas, onde civis se encontravam.

O documento também apresentou denunciou que os soldados israelenses mataram pessoas desarmadas em fuga, dizendo que algumas das vítimas foram mortas mesmo acenando bandeiras brancas.

Em Outubro, o relatório foi apresentado para votação no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas baseada em Genebra onde passou por uma esmagadora maioria de 114 países enquanto 18 contra e 44 abstiveram-se.

Em três semanas a ofensiva por terra, mar e ar na faixa de Gaza devastou também uma grande parte da infra-estrutura nas faixas costeiras ja empobrecidas, que permanecem sob bloqueio de Tel Aviv, apesar da oposição internacional.

MRS/DT. Trad. by Cypher. ©2009 > http://www.presstv.ir/

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Devida a influencia sinistra do sionismo no Brasil vou reproduzir um texto postado no site "bodega cultural" link abaixo no final do artigo. Abram os olhos contra a PRAGA DA GLOBO!


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Rede Globo faz propaganda sionista em telenovela e prepara a visita de Shimon Peres ao Brasil


Televisão e Política

A rede globo de Televisão, através de sua telenovela “Caras e Bocas”, tem mostrado uma pacata família judia que vive no Brasil, a fim de construir a falsa ideia de que todo judeus é pacífico e inofensivo, e apagar da memória do povo brasileiro as imagens de crianças palestinas sendo barbaramente massacradas por eles no início deste ano.[...]

Para pavonear a propaganda sionista, estão requentando a história do holocausto, tanto na novela quanto nos telejornais, preparando a visita de Shimon Peres ao Brasil.

Não podemos generalizar, eu sei, mas o governo de Israel, bem como boa parte da população, insiste em dizimar os palestinos.

Ao que tudo indica a estratégia da Globo e dos belicistas israelenses deu certo. Não houve nenhuma manifestação de “Fora Assassino!”, e se houve a mídia não repercutiu.

Nunca vi um merchandising tão forte em telenovelas como a que estão fazendo em prol do sionismo na Globo. Deve ter custado uma fortuna.

Em “Caras e Bocas” uma família de judeus ortodoxos, tradicionalmente racista e preconceituosa por causa dos seus costumes milenares, vive o drama de ver Hanna, uma judia virgem, prestes a se casar com Vicente, um brasileiro filho de um empresário de origem alemã.

Recentemente Esther, mãe do judeu que iria se casar com Hanna, descobriu que o avô paterno de Vicente foi o oficial nazista responsável pela morte de toda a sua família, e que sendo assim, Hanna não poderá mais se casar.

O diálogo é totalmente voltado à chantagem emocional. "Morreram nas câmaras de gás, ainda bem, foi menos doloroso". "Fizeram experiências científicas com nossas crianças", "Foram mais de 6 milhões de judeus"... E por aí vai.


E aqui vai também o meu protesto, e independente de quantos judeus tenham sido mortos na 2ª Guerra Mundial, não esquecerei jamais os palestinos sendo massacrados por eles: Fora Shimon Peres, assassino de crianças.

* link para o site "Bodega Cultural" >> http://www.bodegacultural.com/2009/11/rede-globo-faz-propaganda-sionista-em.html