quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Judeus produzem filmes pornográficos com crianças brancas

Descoberta quadrilha de judeus que produziam filmes pornográficos com crianças que eram assassinadas durante os filmes.


Roma, Itália — a polícia italiana e russa, trabalhando em conjunto, descobriram uma quadrilha e gangsters judeus que está envolvida com o rapto de crianças e a produção de filmes pornográficos com assassinatos.


Três judeus russos e oito judeus italianos foram presos após a polícia descobrir que eles raptavam, de orfanatos russos, crianças não-judias, geralmente brancas, com idades entre dois e cinco anos de idade; raptavam as crianças e então as matavam durante o filme.

Muitos “clientes” destes judeus, incluindo 1700 nacionais, 600 na Itália e um número desconhecido nos Estados Unidos, pagavam até US$ 20.000,00 para cada filme mostrando as pequenas crianças sendo raptadas e assassinadas.

Representantes Judeus em uma grande agência de notícias italiana tentaram acobertar a história, mas foram driblados pelos repórteres italianos, que colocaram no ar cenas dos filmes, que foram vistas por mais que 11 milhões de telespectadores italianos.

Os representantes judeus então atacaram os executivos da televisão italiana, acusando-os de incentivar a “difamação do sangue”.

Durante toda a história, vários grupos acusaram os judeus da prática de rituais onde crianças pequenas são assassinadas. Um destes casos, o Hugh de Lincoln liderou a expulsão dos judeus da Bretanha (hoje Grã-Bretanha) no século 13. Apesar dos esforços para abafar, tais casos tinham tanta repercussão que as organizações judaicas desenvolveram um nome para eles: “difamação do sangue”.

A organização judaica norte-americana ADL (Liga Anti-Difamação) foi fundada para defender um judeu, Leo Frank, acusado de raptar e matar uma menina de 5 anos de idade, Mary Fagan, em sua fábrica de lápis em 1913. A ADL dizia que ele era inocente. Uma multidão linchou Leo Frank após o governador ter transformado sua pena de morte em prisão perpétua.

Através das agências AP e Reuters a notícia da prisão dos judeus foi divulgada, mas os conglomerados jornalísticos dos Estados Unidos se recusaram a divulgar esta história na televisão, novamente alegando que a história colocaria os norte-americanos contra os judeus.

Na Rússia quadrilhas de judeus tem sido, de forma progressiva, associados ao tráfico de “escravos brancos” e prostitutas para Israel, de acordo com uma recente reportagem do Jerusalem Post.

Israel faz vistas grossas para a prostituição forçada, e não pune cidadãos israelenses que sejam “proprietários de escravas sexuais”, DESDE QUE AS ESCRAVAS NÃO SEJAM JUDIAS.

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